Universidade de Oslo e UFPA assinam termo de renovação de parceria


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Pretendendo dar continuidade e expandir as relações de colaboração, a UFPA, UFRA, Museu Goeldi e a Universidade de Oslo (UiO), na Noruega, assinaram nesta terça-feira, 31, o termo de renovação da parceria entre as instituições. A união focada em pesquisa e desenvolvimento que possibilita o estudo e o monitoramento da biodiversidade amazônica.


Objetivo e Importância – Com a sequência da parceria, a ideia é buscar novas técnicas em prol da diversidade da Amazônia em áreas mineradas. A iniciativa, apoiada pela mineradora Hydro, tem 14 projetos de pesquisa e envolve mais de 100 pesquisadores do Brasil e da Noruega. Segundo o professor Horacio Schneider, a renovação do projeto garante o prosseguimento aos intercâmbios promovidos pelo programa.

Desafios – “Creio que os desafios são parcialmente logísticos, além da capacidade linguística das pessoas envolvidas nos intercâmbios. Há certos problemas burocráticos também. Acredito que a parte cientifica é a que está sob controle de todas”, opina o professor do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), Jonathan Stuart Ready.

30 10 2017 Foto Alexandre Yuri 03Parceria – “A parceria entre UiO e UFPA é em razão da nossa posição central na região e de nossa capacidade existente, tanto nas geociências como nas biociências. E também por conta das interações que já tivemos no passado com a Hydro e BRC – Biodiversity Research Consortium Brazil-Norway”, completa o professor, membro da comitiva.

Como resultado da cooperação estabelecida pelas entidades envolvidas, em fevereiro de 2017, professores representaram a Pró-Reitoria de Relações Internacionais (Prointer) da UFPA em uma visita à Universidade de Oslo. Na oportunidade, os representantes puderam conhecer as dependências da Faculdade de Matemática e Ciências Naturais, particularmente o Museu de História Natural e os Departamentos de Geociências e Biociências (veja aqui).

Cadeia produtiva de alumínio no Estado – A Hydro produz alumínio e produtos derivados do mineral. No Pará desde a década de 70, a empresas assumiu, em 2011, a cadeia produtiva de alumínio no Estado, abarcando, além das reservas de bauxita no nordeste do Pará, a Alunorte e 51% da Albras. A empresa possui mais de 100 anos de história e fomenta várias pesquisas ambientais e ecológicas.

Texto: Andre Gomes – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre Yuri

  • Publicado: Terça, 31 de Outubro de 2017, 18h05
 

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